
O caso de racismo ocorrido na Escola Adventista de Codó continua repercutindo intensamente nas redes sociais e mobilizando a comunidade local. A vítima é a professora Lindinalva da Silva Santos, que foi alvo de um ato racista praticado por um aluno dentro da instituição de ensino.
A denúncia veio a público após a biomédica e tricologista Cris Mendes publicar um vídeo nas redes sociais condenando o comportamento do estudante e cobrando que a família do aluno seja responsabilizada. Ela também exigiu um posicionamento público da escola e a adoção de medidas que previnam novos episódios de discriminação racial.
Apesar da grande mobilização e das manifestações de solidariedade à professora, a Escola Adventista de Codó tem mantido silêncio absoluto sobre o caso. A instituição não divulgou nota oficial e, segundo internautas, optou por fechar os comentários em suas publicações nas redes sociais — atitude que ampliou a insatisfação popular.
Uma das mensagens que mais repercutiu nas plataformas digitais afirma:
“O silêncio da escola @adventistacodo diante da violência racial é também uma forma de conivência. Racismo é crime e não deve ser relativizado nem ignorado. Toda escola tem o dever ético e social de proteger seus educadores e promover o respeito à diversidade. Minha solidariedade irrestrita à professora agredida. Sua dor é coletiva, e nossa voz permanecerá firme contra toda forma de discriminação.”
A publicação tem sido amplamente compartilhada e ecoa o sentimento de indignação e solidariedade entre alunos, ex-alunos e membros da sociedade civil.
Enquanto isso, a comunidade codoense e diversos perfis nas redes sociais seguem cobrando transparência, responsabilização e um compromisso efetivo com a luta antirracista por parte da instituição de ensino.
Com informações do Blog do Marco Silva







One Response
Na escola pública nos anos 80, eram 5 dias de suspensão, uma taca federal em casa e nunca mais se repetia a história.