Licitação revogada expõe fragilidade da denúncia de Pedro Neres contra a gestão municipal

 

Pedro Neres, filho do ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, tentou fabricar um escândalo a partir de uma licitação que já estava oficialmente revogada pela Prefeitura de Codó. Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (03), ele acusa a Prefeitura de ter firmado um suposto “contrato de quase R$ 10 milhões” com a empresa LIFE TOUR ALIMENTOS E BEBIDAS para fornecimento de lanches, e afirma ter levado o caso ao Ministério Público e à oposição na Câmara.

O que Pedro Neres omite deliberadamente é o fato central: o processo que ele usa como base para a acusação, o Pregão Eletrônico nº 045/2025, foi revogado pela própria Prefeitura. Em termos práticos, isso significa que a licitação foi anulada, não gerou contrato válido e não autorizou nenhum gasto público.

A revogação consta oficialmente no Diário Oficial do Município de Codó, edição de 24 de novembro de 2025 (Vol. 05, nº 0554), por meio do “Extrato de Revogação” publicado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar. O documento informa que a secretária Rosa Maria Vasconcelos Sales revogou o procedimento, inclusive o ato de adjudicação, anulando todos os seus efeitos.

A decisão foi fundamentada na Lei 14.133/21 e nas Súmulas 346 e 473 do STF, assegurando o devido processo legal. Ao revogar o certame, a administração impediu qualquer formalização contratual e bloqueou qualquer despesa relacionada ao pregão.

Mesmo diante desses fatos públicos e documentados, Pedro Neres optou por apresentar a situação como se houvesse um contrato em vigor, tentando convencer a população de que a Prefeitura estaria prestes a gastar quase R$ 10 milhões com lanches. Trata-se de uma distorção clara da realidade.

O uso de um processo já cancelado para sustentar uma narrativa de “escândalo” revela menos compromisso com a verdade e mais interesse político. Não se trata de denúncia responsável, mas de exploração seletiva de informações, com evidente viés eleitoral.

O mesmo Diário Oficial ignorado por Pedro Neres registra outros atos regulares da gestão, como a reabertura de licitações para gás medicinal, equipamentos hospitalares e a homologação para compra de medicamentos, demonstrando que os procedimentos seguem dentro da legalidade e da transparência.

No caso do serviço de buffet, a decisão foi objetiva: o processo foi revogado e a contratação foi barrada. Portanto, não existe “contrato milionário”, nem prejuízo aos cofres públicos.

A narrativa construída por Pedro Neres não resiste aos documentos oficiais. O suposto escândalo, na prática, não passa de uma tentativa de gerar desgaste político a partir de um fato já encerrado pela própria administração municipal.

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